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Lei do bom samaritano

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O Bom Samaritano: compaixão e proteção

Extraída da Bíblia (Lucas 10:25-37), a parábola do Bom Samaritano narra como um viajante dado por morto é socorrido por um desconhecido que cuida dele e vela pelo seu bem-estar. Além do seu contexto religioso, transmite uma mensagem universal: o dever moral de prestar socorro ao próximo em perigo, com compaixão e altruísmo.

Inspiradas neste princípio, muitas leis do Bom Samaritano foram promulgadas em todo o mundo para proteger de processos judiciais quem presta assistência de boa-fé numa emergência. O alcance exato dessa proteção, contudo, varia de uma jurisdição para outra: veja a seguir o que prevê a lei aplicável à sua região.

Citação do texto de lei

Lei vigente Código Penal Federal, Art. 340 — «omisión de auxilio» (omissão de socorro); os códigos penais estaduais contêm disposições equivalentes
Alcance da proteção O Art. 340 exige prestar socorro ou avisar a autoridade ao encontrar um menor abandonado, ou uma pessoa ferida, inválida ou ameaçada de perigo, desde que se possa fazê-lo sem risco pessoal. O México não possui uma lei federal de «bom samaritano» que ofereça um escudo específico de responsabilidade civil ao socorrista voluntário.
Obrigação de prestar socorro Sim
Sanção em caso de omissão de socorro 10 a 60 jornadas de trabalho em favor da comunidade (Art. 340 CPF)
Proteção de responsabilidade com DEA Não
Obrigação legal de prestar socorro

Sua proteção nos termos da lei

No México, a lei não vê o socorrista de boa-fé como um intrometido, mas como alguém que cumpre um dever. O artigo 340 do Código Penal Federal, com disposições equivalentes nos códigos penais estaduais, obriga a socorrer ou avisar a autoridade ao encontrar uma pessoa ferida, inválida ou em perigo, desde que se possa fazê-lo sem risco próprio. O país não dispõe de uma lei federal de «bom samaritano» que ofereça um escudo de responsabilidade civil específico ao socorrista voluntário; ainda assim, o espírito da lei é incentivar quem presta auxílio, não puni-lo.

Obrigação de prestar socorro

No México, socorrer não é uma simples opção moral: é uma obrigação que a lei espera de você. Deixar de auxiliar uma pessoa em perigo, podendo fazê-lo sem risco, é uma omissão punível com 10 a 60 jornadas de trabalho em favor da comunidade. Vista de outro modo, essa exigência é um convite a estar preparado: quem sabe o que fazer nunca precisa escolher entre o seu dever e a sua incerteza.

Por que a formação é essencial

Numa parada cardíaca, cada minuto sem reanimação reduz em cerca de 10% as chances de sobrevivência. No México, onde o socorro pode levar longos minutos para chegar, é a testemunha já presente — um colega, um vizinho, um familiar — que forma o primeiro elo da cadeia de sobrevivência. Formar-se em RCP e primeiros socorros transforma uma obrigação legal num gesto seguro e confiante, aquele capaz de fazer um coração voltar a bater. A vida que você salvar será, muito provavelmente, a de alguém próximo.

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